Incluindo até mesmo ramificações Budistas que adotam o
Buda como alvo de veneração e não como um mestre, que adotam uma divindade de forma errônea e que impõem práticas impraticáveis aos seus seguidores. Ou seja, a prática sugerida deve estar em acordo com a capacidade do praticante e que a divindade sugerida pela religião deveria ser capaz de salvar qualquer seguidor e não meramente selecioná-los.
Fonte: Revista Lótus n°33 Pg 18
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